Lima Barreto escancara problemas da sociedade contemporânea que já infligiam o povo em um passado não muito distante. Os temas Racismo, pobreza, fome, miséria, desigualdade social, corrupção, analfabetismo, insatisfação política e injustiça são padrões que são cotidiano das personagens.

A pobreza e a situação social suburbana de Lima Barreto aguçaram sua visão e senso crítico. Sua obra é uma crônica autêntica dos subúrbios cariocas e de sua população, retratando, de um lado, a população pobre e oprimida desse subúrbio e, de outro, o mundo vazio de uma burguesia medíocre; de políticos poderosos e incompetentes e de militares opressores. Parece refletir, muitas vezes, a própria experiência do autor, principalmente a dos negros e mestiços, que sofriam na pele o preconceito racial.

Prendendo-se à autenticidade histórica daquele tempo, sua ficção retrata acontecimentos importantes da vida republicana. Consciente dos problemas, critica o nacionalismo exagerado e utópico, oriundo do Romantismo. No quixotesco Triste Fim de Policarpo Quaresma, tem-se o nacionalismo tomado como bandeira isolada, tornando-se absurdo e patético. Além disso, aponta para o exagerado militarismo em nossa política republicana, que levou o país à ditadura de Floriano, dando origem a um nacionalismo manipulado e perigoso.

O ingênuo e caricato “Dom Quixote” – Policarpo Quaresma – parece nada perceber ou ver, mas é através de sua luta contra moinhos de ventos, que nós, leitores, começamos a enxergar a figura caricata da sociedade. Percebemos a hipocrisia e as falsas aparências; a ligação do dinheiro com o prestígio social e intelectual; a educação matrimonial dispensada às mulheres; a questão racial; a oposição entre arte popular espontânea e o artificialismo da arte parnasiana, oficial e elitizante.

Esse espírito crítico se revela também no campo linguístico. Sua obra, em déficit com a pureza vernácula dos escritores da época – Rui Barbosa e Olavo Bilac – e juntando linguagem culta e cotidiana, reflete as contradições culturais daquele período. Em um estilo leve e fluente, o autor utiliza intencionalmente expressões da língua falada da época. Próximo do discurso jornalístico, esse estilo, apesar de muito criticado, acabou sendo usado por muitos autores modernistas, após 1922.
:: Nilc.icmc/Usp.

A pequena crônica abaixo é mais uma da sua série de obras sobre a miséria moral e material brasileira:

Lima Barreto por Toni D´Agostinho - Lima Barreto e o Brasil de ontem e hoje
Lima Barreto, por Toni D´Agostinho

País rico

Não há dúvida alguma que o Brasil é um país muito rico. Nós que nele vivemos; não nos apercebemos bem disso, e até, ao contrário, o supomos muito pobre, pois a toda hora e a todo instante, estamos vendo o governo lamentar-se que não faz isto ou não faz aquilo por falta de verba.

Nas ruas da cidade, nas mais centrais até, andam pequenos vadios, a cursar a perigosa universidade da calariça das sarjetas, aos quais o governo não dá destino, o os mete num asilo, num colégio profissional qualquer, porque não tem verba, não tem dinheiro. É o Brasil rico…

Surgem epidemias pasmosas, a matar e a enfermar milhares de pessoas, que vêm mostrar a falta de hospitais na cidade, a má localização dos existentes. Pede-se à construção de outros bem situados; e o governo responde que não pode fazer porque não tem verba, não tem dinheiro. E o Brasil é um país rico.

Anualmente cerca de duas mil mocinhas procuram uma escola anormal ou anormalizada, para aprender disciplinas úteis. Todos observam o caso e perguntam:

-Se há tantas moças que desejam estudar, por que o governo não aumenta o número de escolas a elas destinadas?

O governo responde:

– Não aumento porque não tenho verba, não tenho dinheiro.
E o Brasil é um país rico, muito rico…

As notícias que chegam das nossas guarnições fronteiriças, são desoladoras. Não há quartéis; os regimentos de cavalaria não tem cavalos, etc; etc.

– Mas que faz o governo, raciocina Brás Bocó, que não constrói quartéis e não compra cavalhadas?

O doutor Xisto Beldroegas, funcionário respeitável do governo acode logo:

- — Não há verba; o governo não tem dinheiro

- — E o Brasil é um país rico; e tão rico é ele, que apesar de não cuidar dessas coisas que vim enumerando, vai dar trezentos contos para alguns latagões irem ao estrangeiro divertir-se com os jogos de bola como se fossem crianças de calças curtas, a brincar nos recreios dos colégios.

O Brasil é um país rico…

Lima Barreto, em “Marginália”, 8.5.1920.

Lima Barreto.2 - Lima Barreto e o Brasil de ontem e hoje
Lima Barreto – escritor.

Dados biobibliográficos de Lima Barreto

* LIMA BARRETO (Afonso Henriques de Lima Barreto) nasceu no Rio de Janeiro, em 13 de maio de 1881, filho do tipógrafo João Henriques e da professora Amália Augusta, ambos mulatos. Seu padrinho era o Visconde de Ouro Preto, senador do Império. A mãe, escrava liberta, morreu precocemente, quando o filho tinha seis anos. A abolição da escravatura ocorreu em 1888, no dia de seu aniversário de sete anos, mas as marcas desse período, o preconceito racial e a difícil inserção de negros e mulatos na sociedade brasileira nunca deixaram de ocupar o centro de sua obra literária.

Em 1900, o escritor deu início aos registros do Diário íntimo, com impressões sobre a cidade e a vida urbana do Rio de Janeiro. Lima Barreto começa sua colaboração mais regular na imprensa em 1905, quando escreve reportagens, publicadas no Correio da Manhã, sobre a demolição do Morro do Castelo, no centro do Rio, consideradas um dos marcos inaugurais do jornalismo literário brasileiro. Na mesma época, começa a escrever a primeira versão de Clara dos Anjos, livro que seria publicado apenas postumamente, e elabora os prefácios de dois romances: Recordações do escrivão Isaías Caminha e Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá, livros que terminaria de redigir quase que simultaneamente, ainda que este último tenha sido publicado apenas em 1919.

Recordações do escrivão Isaías Caminha sai em folhetim na revista Floreal, em 1907, e em livro em 1909. No romance, o jornal Correio da Manhã e seu diretor de redação são retratados de maneira impiedosa, e Lima Barreto tem então seu nome proscrito na grande imprensa carioca. O escritor passa a trabalhar e publicar crônicas, contos e peças satíricas em veículos como o Diabo, Revista da Época, Fon-Fon, Careta, Brás Cubas, O Malho e Correio da Noite. Colaborou também com o ABC, periódico de orientação marxista e revolucionária.

Morreu no Rio de Janeiro, no dia 1 de novembro de 1922, aos 41 anos.

A obra de Lima Barreto é imprescindível para nossa μετάνοια (metanóia), a tomada de consciência como nação e a percepção do nosso baixo nível político, intelectual e moral.

Lima Barreto em desenho de D. Ismailovitch - Lima Barreto e o Brasil de ontem e hoje
Lima Barreto em desenho de D. Ismailovitch

Obras de Lima Barreto 

Romance

:: Recordações do Escrivão Isaías Caminha. Lima Barreto. Lisboa: Editora de A. M. Teixeira, 1909; Rio de Janeiro: A. de Azevedo & Costa, 1917. no link.
:: Triste Fim de Policarpo Quaresma. Lima Barreto. Rio de Janeiro: Typ. ‘Revista dos Tribunaes’, 1915.
:: Numa e a nympha: romance da vida contemporanea. Escripto especialmente para A Noite. Lima Barreto. Rio de Janeiro: Officinas d'”A Noite”, 1915.
:: Vida e Morte de M. J. Gonzaga de Sá. Lima Barreto. São Paulo: Editora Revista do Brasil, 1919.

Conto

:: Histórias e Sonhos: contos. Lima Barreto. Rio de Janeiro: GianLorenzo Schettino, 1920.

Narrativas humorísticas

:: As aventuras do Dr. Bogoloff. Lima Barreto. Rio de Janeiro: Edição de A. Reis & C., 1912.

Lima Barreto por Macio Malta Nico - Lima Barreto e o Brasil de ontem e hoje
Lima Barreto, por Macio Malta (Nico)
Publicações posteriores da obra de Lima Barreto

:: Os Bruzundangas. Lima Barreto. Sátira. Rio de Janeiro: Jacintho Ribeiro dos Santos, 1922.
:: Bagatelas. Lima Barreto. Crônicas. Rio de Janeiro: Empresa de Romances Populares, 1923.
:: Clara dos Anjos. Lima Barreto. Romance. Rio de Janeiro: Editora Escala, 1948.
:: Feiras e Mafuás. Lima Barreto. Artigos e crônicas. São Paulo: Mérito,1953.
:: Marginália: impressões de leitura, mágoas e sonhos do povo. Lima Barreto. Artigos e crônicas. São Paulo: Mérito, 1953.
:: Três contos: O homem que sabia javanês; Cló; A nova Califórnia. Lima Barreto.[ilustrações Claudio Correia de Castro]. Rio de Janeiro: Cem Bibliófilos do Brasil, 1955.
:: Recordações do escrivão Isaías Caminha. Lima Barreto. Romance. [prefácio Francisco de Assis Barbosa; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 1. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Triste fim de Policarpo Quaresma. Lima Barreto. Romance. [prefácio M. de Oliveira Lima; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 2. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Numa e Ninfa. Lima Barreto. Romance. [prefácio João Ribeiro; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 3. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Vida e morte de M.J. Gonzaga de Sá. Lima Barreto. Romance. [prefácio Alceu Amoroso Lima (Tristão de Ataíde); organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 4. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Clara dos Anjos. Lima Barreto. Romance. [prefácio Sérgio Buarque de Holanda; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 5. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Histórias e sonhos: contos. Lima Barreto. [prefácio Lúcia Miguel Pereira; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 6. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Os Bruzundangas. Lima Barreto. Sátira. [prefácio Osmar Pimentel; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 7. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Coisas do reino de Jambón. Lima Barreto. Sátira política e literária. [prefácio Olívio Montenegro; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 8. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Bagatelas. Lima Barreto.Crônicas. [prefácio Olívio Montenegro; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 9. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Feiras e mafuás. Lima Barreto. Artigos e crônicas. [prefácio Jackson de Figueiredo; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 10. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Vida urbana. Lima Barreto. Crônica sobre folclore urbano. [prefácio Antonio Houaiss; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 11. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Marginália. Lima Barreto. Crônica sobre folclore urbano. [prefácio Agripino Grieco; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 12. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Impressões de leitura. Lima Barreto. Crítica. [prefácio Manoel Cavalcanti Proença; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 13. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Diário Íntimo. Lima Barreto. Memórias. [prefácio Gilberto Freyre; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 14. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Cemitério dos Vivos, que inclui Diário de Hospício. Lima Barreto. Memórias. [prefácio Eugênio Gomes; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 15. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Correspondência: ativa e passiva. I tomo. Lima Barreto. [prefácio Antonio Noronha Santos; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 16. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Correspondência: ativa e passiva. II tomo. Lima Barreto. [prefácio B. Quadros; organização Francisco de Assis Barbosa; colaboração Antônio Houaiss e Manoel Cavalcanti Proença]. Coleção Obras Completas de Lima Barreto, Vol. 17. São Paulo: Brasiliense, 1956.
:: Um longo sonho do futuro: diários, cartas, entrevistas e confissões dispersas. Lima Barreto. Rio de Janeiro: Graphia Editorial, 1993.
:: A nova Califórnia e outros contos. Lima Barreto. [seleção, apresentação e notas Flávio Moreira da Costa]. ed., Rio de Janeiro: Renavan, 1994.
:: O subterrâneo do morro do castelo: um folhetim de Lima Barreto. Rio de Janeiro: Editora Dantes, 2ª ed., 1997; 3ª ed., 1999; 4ª ed., 2017.
:: Triste fim de Policarpo Quaresma. Lima Barreto. 1ª ed., Porto Alegre: L&PM Pocket, 1998.
:: Prosa seleta. Lima Barreto. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2001.
:: Novas seletas: Lima Barreto. [organização Laura Sandroni e Isabel Travancas]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2004.
:: Lima Barreto: toda crônica. 2 vol’s. [organização Beatriz Resende e Raquel Valença]. Rio de Janeiro: Agir, 2005.
:: Contos reunidos. Lima Barreto. [organização Oséias Silas Ferraz]. Belo Horizonte: Crisálida, 2005.
:: Lima Barreto: Contos completos. [organização e introdução Lilia Moritez Schwarcz]. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
:: :: Recordações do escrivão Isaías Caminha. Lima Barreto. [introdução Alfredo Bosi; prefacio Francisco de Assis Barbosa; e notas Isabel Lustosa; São Paulo: Editora Penguin/ Companhia das Letras, 2010.
:: Clara dos Anjos. Lima Barreto. Rio de Janeiro: Editora Penguin/ Companhia das Letras, 2012.
:: Lima Barreto: uma autobiografia Literária. [organização Antonio Arnoni Prado]. Rio de Janeiro: Editora 34, 2012. {Empregando os procedimentos do corte e da montagem, “Lima Barreto – uma autobiografia literária” recombina fragmentos de contos, cartas, diários, romances, artigos e crônicas de jornal nos quais ressoa a voz do autor marginalizado, aqui organizada em capítulos como “Autorretrato”, “O narrador”, “Sobre arte e literatura” e outros.}.
:: Triste fim de Policarpo Quaresma. Lima Barreto. [organização Ivan Teixeira]. São Paulo: Ateliê Editorial, 2ª ed., 2015.
:: Vida e Morte de M.J.Gonzaga de Sá. Lima Barreto. [organização Marcos Scheffel]. São Paulo: Ateliê Editorial, 2017.
:: Lima Barreto: Crônicas para jovens. São Paulo Editora Global, 2017.
:: Numa e a ninfa. Lima Barreto. Rio de Janeiro: Editora Penguin/ Companhia das Letras, 2017.
:: Pedacinho do céu. Lima Barreto. Editora Dantas, 2017.
:: Diário do hospício/ O cemitério dos vivos. Lima Barreto. [organização Augusto Massi e Murilo Marcondes de Moura]. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2017.
:: Os bruzundangas e Numa e a ninfa. Lima Barreto. [organização Beatriz Resende; ilustração Fernando Vilela]. Coleção Limitada. Editora Carambaia, 2017.
:: Crônicas da Bruzundanga: a literatura militante de Lima Barreto. [organização Felipe Botelho Correa]. São Paulo: E-Galáxia, 2017.
:: Clara dos Anjos. Lima Barreto. Romance. Rio de Janeiro: Editora Autêntica, 2017.
:: Vida e morte M.J. Gonzaga de Sa. Lima Barreto. Romance. [organização Marcos Vinicius Scheffel]. São Paulo: Ateliê Editorial, 2017.
:: Clo. Lima Barreto. Coleção Minutos de Literatura. São Paulo: Sesi/SP, 2017.
:: A biblioteca/ A Barganha. Lima Barreto. Coleção Minutos de Literatura. São Paulo: Sesi/SP, 2017.
:: Melhores Contos. Lima Barreto. [organização Francisco de Assis Barbosa]. Coleção Melhores Contos. São Paulo: Editora Global Pocket, 2018.
:: Obra Reunida. Lima Barreto. {box, c/ 3 vol’s}. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.

* PRIMEIRAS edições da OBRA de LIMA BARRETO disponíveis na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin/USP. Acessado em 23.6.2019.

Adaptações

:: Fera Ferida (1993-94), de Dennis Carvalho e Marcos Paulo. Novela. Rede Globo.
:: O Homem que Sabia Javanês (2003), de Xavier de Oliveira
:: Policarpo Quaresma, Herói do Brasil (1998), de Paulo Thiago

Lima Barreto no traço de Cássio Loredano2 - Lima Barreto e o Brasil de ontem e hoje
Lima Barreto, no traço de Cássio Loredano
Sobre Lima Barreto

:: Lima Barreto e o espaço romanesco, de Osman Lins. São Paulo: Editora Atica, 1976.
:: Lima Barreto: o crítico e a crise, de Prado Antonio Arnoni. Rio de Janeiro: Cátedra, 1976.
:: Por que Lima Barreto, de Paula Beiguelman. São Paulo: Brasiliense, 1981.
:: Lima Barreto, um pensador social na Primeira República, de Maria Cristina Teixeira Machado. São Paulo: Edusp, 2002.
:: A Vida de Lima Barreto, de Francisco de Assis. 8ª ed., Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 2002.
:: Literatura da urgência: Lima Barreto no domínio da loucura, de Luciana Hidalgo. São Paulo: Annablume, 2008.
:: Lima Barreto: Retratos do Brasil Negro, de Luiz Silva. São Paulo: Editora Selo Negro, 2011.
:: Lima Barreto triste e visionário {biografia}, de Lilia Moritz Schwarcz. [Capa Victor Burton]. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

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